Thursday, 9 September 2021

JÉSSICA FICOU EM DEPRESSÃO APÓS VIRAR MEME

“Já acabou, Jéssica?”, perguntou Lara da Silva em novembro de 2015, em meio a uma briga na saída da escola, no pequeno município de Alto Jequitibá, em Minas Gerais.

A garota de 12 anos não imaginava, mas aquilo não acabaria naquele dia e a acompanharia ao longo dos anos seguintes. Até hoje, a situação está presente na vida de Lara, por meio dos inúmeros comentários que ela recebe ou até mesmo em marcas no corpo da jovem.

O episódio na saída da escola teve grande repercussão após uma filmagem da briga ser compartilhada nas redes sociais. O registro viralizou, a frase “Já acabou, Jéssica?” se tornou meme e mudou a vida de Lara, hoje com 18 anos, completamente. Após a repercussão, ela se tornou alvo de bullying, abandonou a escola, passou a se cortar e começou um tratamento psiquiátrico.

O vídeo virou caso de Justiça. Lara, assim como a outra garota que aparece na gravação, move processo contra emissoras de televisão e plataformas nas quais a cena foi exibida. As duas jovens pedem que as imagens sejam excluídas e cobram indenização por danos morais e materiais.

Quase seis anos depois, Lara decidiu conceder uma entrevista sobre o assunto. “Ninguém nunca me perguntou como tudo isso me impactou”, comenta, ao explicar o motivo de ter aceitado conversar com a BBC News Brasil.

O principal motivo da briga teria sido o ciúme que Jéssica tinha de um garoto com quem namorava na época. “A gente nem namora mais, mas ela deu em cima dele, sim”, disse Jéssica, em entrevista ao site Estado de Minas em 2015, dias após o vídeo viralizar.

Ainda na entrevista ao Estado de Minas, a garota afirmou que a briga também foi motivada porque Lara a irritava e a xingava na escola. Lara nega que tenha falado mal ou que xingasse a colega de escola. Para ela, o único motivo das agressões foi o ciúme que Jéssica sentia do namorado. A briga entre as duas garotas era considerada uma situação que logo passaria. Isso se o momento não tivesse sido compartilhado naquele mesmo dia nas redes sociais por um dos jovens que acompanhou a situação.

Quando soube que a filha havia se envolvido em uma briga na saída da escola, a agricultora Deusiana Figueredo, mãe de Lara, estranhou. “Ela nunca tinha brigado antes, até tinha medo de briga. Ela era uma menina muito boba”, diz.

No dia seguinte, as mães das garotas foram chamadas para conversar com a diretoria da escola e com o conselho tutelar. Na reunião, as responsáveis pelas jovens assinaram um termo para sinalizar que estavam cientes da situação e se comprometeram a conversar com as filhas para evitar que uma briga ocorresse novamente.

A rotina de Lara após virar meme se resumia a ficar em casa ou ir a lugares próximos, como a residência de parentes ou mercadinhos na região em que morava.

Nas vezes em que saía nas ruas, ela costumava ser reconhecida e ouvir comentários sobre o vídeo. O desânimo frequente da adolescente causou preocupação nos pais. A situação se tornou desesperadora para Deusiana quando notou cortes no braço da garota. Lara conta que começou a se mutilar dias depois de o vídeo viralizar nas redes. Ela admite que antes de se tornar meme já havia pensado em fazer isso, em momentos de tristeza, porém nunca havia tido coragem.

“Eu já costumava me culpar por tudo de ruim que acontecia comigo ou com meus pais. Quando aconteceu isso (o vídeo viralizou), eu não sabia o que era pior: que a minha mãe continuasse me prendendo em casa, como ela começou a fazer, ou me deixasse sair na rua”, diz.

“Mais ou menos uns quatro dias depois da briga, comecei a me cortar, por causa de tudo o que estava acontecendo”, comenta a jovem.

Os cortes, segundo ela, eram um meio de tentar aliviar o momento que estava vivendo. “Depois da primeira vez, virou um vício. Passei a me cortar cada vez mais fundo e em mais lugares. Quando acontecia alguma coisa, como quando via alguém debochando de mim na rua ou acontecia algo que me deixava triste, eu me cortava”, relata. Ela fazia marcas nos braços e em algumas partes das pernas.

Como aconteceu com Lara, casos de autolesão não suicida, termo usado por especialistas sobre os cortes que as pessoas fazem em si, geralmente ocorrem quando o indivíduo vive uma situação de angústia

“Às vezes, o adolescente está deprimido, não sabe como lidar com aquele sentimento e acaba se machucando para aliviar a desesperança ou a ansiedade”, explica a psiquiatra Jackeline Giusti.

Giusti comenta que essas lesões no próprio corpo são feitas, geralmente, por crianças ou adolescentes com baixa autoestima. Em muitos desses casos, são jovens vítimas de bullying.

“É fundamental tratar esse jovem com respeito, não como vítima ou coitado, e sentar para conversar. É preciso falar que existem outras formas de ajudar a resolver esse sofrimento e que irá ajudá-lo a solucionar essa questão (por meio de terapia e acompanhamento psiquiátrico)”, diz Giusti.

“Não necessariamente todas as crianças que se machucam vão precisar de medicação. Mas a grande maioria precisará, porque é muito comum ter algum transtorno associado, geralmente depressivo”, acrescenta a especialista.

Deusiana buscou tratamento para a filha. Na cidade em que morava, ela não encontrou um psicólogo que aceitasse acompanhar a jovem. “Foi muito triste. Quando eu falava que ela estava se cortando, os psicólogos diziam que era um caso de difícil tratamento. Tive que buscar atendimento em outra cidade”, relembra a mulher.

Para conseguir acompanhamento especializado, Lara enfrentava uma viagem de cerca de duas horas em uma ambulância que levava os moradores de Alto Jequitibá que precisavam de ajuda médica em outro município. “Era isso três vezes por semana (para a jovem ter acompanhamento psicológico). A gente saía de casa de manhã e só voltava 17h, que era quando a ambulância voltava para a nossa cidade”, diz Deusiana.

Nesse período, Lara foi diagnosticada com problemas como depressão, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e transtorno de ansiedade. “Cheguei a tomar sete remédios por dia”, detalha a jovem.

meme já acabou Jéssica

Postado originalmente em: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2021/09/01/ja-acabou-jessica-jovem-abandonou-estudo-e-caiu-em-depressao-apos-virar-meme.ghtml

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Friday, 3 September 2021

Importância do Setembro Amarelo

O mês de setembro é marcado no País inteiro por ações de combate à ansiedade e depressão, entre outros esgotamentos mentais. Entendendo a importância do tema e o impacto da saúde mental na qualidade de vida e bem-estar da população, a Policlínica Estadual da Região Nordeste – Posse  aderiu à campanha Setembro Amarelo, decorando toda a unidade com balões amarelos e frases motivacionais.

A ação, iniciada nesta quarta-feira (1/9), foi organizada pela equipe multiprofissional da Policlínica e visa orientar pacientes e colaboradores sobre a importância da qualidade de vida mental. Em cada recepção foi colocado uma “caixinha da esperança”, de onde a pessoa retira  uma frase de encorajamento e de esperança.

Em 2020, a campanha ganhou uma nova preocupação com o fato de muitas pessoas estarem em isolamento social devido à pandemia do coronavírus.

O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre o  tema do suicídio, prática geralmente associada à depressão. É divulgado pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Centro de Valorização da Vida (CVV). As instituições também contam com a ajuda na divulgação tanto de empresas como de pessoas individualmente.

O principal objetivo do setembro amarelo é trazer visibilidade para o tema e conscientizar a população para a prevenção de suicídios. O mês de setembro foi escolhido porque é no dia 10 de setembro que se comemora o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Postado originalmente em: https://www.saude.go.gov.br/noticias/13603-policlinica-estadual-de-posse-divulga-importancia-do-setembro-amarelo

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Queimadas no Pantanal em 2021

Um filme de horror se repete em volta da Transpantaneira, no Pantanal, em Mato Grosso. Depois do incêndio em 2020, que deixou a maior área queimada da história, a região volta a ser atingida por chamas descontroladas, que obrigam fazendeiros, brigadistas e bombeiros a somarem esforços para tentar evitar o pior.

Desde a semana passada, a situação se agravou e, até agora, já são 7,6 mil hectares destruídos pelo fogo. Quem está à frente do combate, entre árvores em cinzas e animais devorados pelo rápido avanço dos focos, acredita que este será um novo marco da destruição do território pantaneiro, mesmo que o fogo seja de menor es proporções.

— A formação do Pantanal foi feita por água e fogo. Mas se há recorrência de queimadas por anos seguidos em uma mesma área os danos ficam cada vez mais graves — afirma Felipe Dias, diretor executivo do Instituto SOS Pantanal.

Em números acumulados, os incêndio de janeiro a agosto de 2021 já garantiram o segundo lugar no ranking de áreas queimadas da década.

Enquanto isso, equipes do Corpo de Bombeiro Militar de Mato Grosso lutam para conter o incêndio no Km100 da Rodovia Transpantaneira, que liga os municípios de Porto Jofre e Poconé. Desde sexta-feira, labaredas se espalham pela vegetação que fica especialmente seca nesta época do ano — com o agravante de que 2021 vive uma seca histórica. Outro ponto de concentração das chamas é o Km60 da rodovia.

— O Pantanal é adaptado ao fogo, mas quando há recorrência anual com severidade em uma mesma região prejudica o bioma. Isso gera uma seleção de espécies, com a exclusão daquelas menos tolerantes às queimadas extremas — afirmou
Saiba mais: Pressionado por política ambiental, governo faz anúncio com medidas recicladas

Na segunda-feira, o trabalho foi reforçado pela ação de dois aviões Air Tractor, contratados pela Secretaria Adjunta de Defesa e Proteção Civil com recursos do governo estadual. Em terra, muitas vezes, os bombeiros eram obrigados a desistir devido ao perigo de entrar em nuvens de fumaça e fogo. Com chuvas insperadas em regiões próximas, o que aumentou a umidade do ar, a propagação do fogo foi menor, mas mesmo assim está longe de ficar sob controle. Ontem eram aguardados aviões do Instituto Chico Mendes (ICMBio).

Entre janeiro e agosto deste ano, o fogo consumiu 700 mil hectares do Pantanal. A marca é o equivalente a todo 2013 e 2015 e maior do que 2014 e 2018, de acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da UFRJ.
— A média histórica entre janeiro e agosto é de 292 mil hectares queimados. Já ultrapassamos muito desse patamar. Ou seja, esse é de novo um ano atípico no volume de incêndios — avisa a climatologista Renata Libonati, que coordena o laboratório.

Em 2020, foram queimados entre janeiro e agosto 1,6 milhão de hectares. O ano terminou com quatro milhões de hectares incendiados, o que corresponde a 28% do Pantanal, algo nunca registrado até então. Um estudo da UFMS, UFRJ, Embrapa/Pantanal, PrevFogo/Ibama, UFMT e UFBA mostrou que 43% da área queimada no ano passado não havia sofrido incêndios nos últimos 20 anos.
— Isso significa que uma geração toda de espécies mais sensíveis ao fogo podem ter sido prejudicadas com as queimadas de 2020 — afirma Letícia Garcia.

Na avaliação de Angelo Rabelo, presidente do Instituto Homem Pantaneiro, a recorrência de queimadas acima da média ameaça a resistência do bioma.
Queimadas:Incêndios se alastram na Mata Atlântica, bioma em que vivem 72% dos brasileiros
— O Pantanal tem uma capacidade de se renovar que é reconhecida por causa da água. Mas só Mato Grosso do Sul perdeu 57% do seu espelho d’água. Parte disso por conta da diminuição do processo de inundação do Pantanal — diz
Jenifer Larrea, presidente da associação É o Bicho MT, que atua na proteção de animais, esteve no domingo no entorno da Transpantaneira e relata ter encontrado cobras mortas e recebido informações de antas feridas.
— O fogo só não está se espalhando tão rapidamente porque teve uma leve garoa no domingo, e os animais mais afetados até o momento são os rasteiros.

Infelizmente, ontem à noite (segunda-feira) soubemos de duas antas atingidas pelo incêndio — conta ela, que também prepara um grupo para atuar junto a bombeiros e voluntários. — É muito preocupante porque é a mesma área que queimou no ano passado. A queima uma vez ao ano é muito prejudicial para a fauna e a flora. É uma área que estava se regenerando muito lentamente e agora de novo vem o fogo. Acredito que os impactos serão ainda maiores.
Há suspeita de que o incêndio na área do km 100 da rodovia tenha começado por uma ação criminosa, segundo o Corpo de Bombeiros, porque os focos iniciais tinham distâncias semelhantes. Mas ainda será necessário realizar uma perícia. Na Ponte 70, de madeira, um foco foi apagado rapidamente.

A ação de combate aos incêndios inclui bombeiros militares e civis, brigadistas do SOS Pantanal e soma ainda os esforços de pantaneiros. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente também participa do trabalho e são usados caminhões-pipa enviados pela empresa Águas Cuiabá. Os bombeiros informam que o combate ao fogo na região é extremamente difícil porque há poucos acessos pela estrada e densa vegetação seca em terreno de muitos brejos.
Sete caminhonetes transportam militares até os locais onde é possível acessar de carro. Além disso, um quadriciclo é usado para levá-los aos pontos mais isolados. A Sema-MT enviou maquinários como tratores, pá carregadeira e esteiras para auxiliar o trabalho
Relatório:Zerar emissões de gases de efeito estufa até 2050 é ‘tarde demais’ para evitar desastre global

Uma pista de pouso foi improvisada, e a água utilizada para encher os aviões vem do Rio Pixaim. Até agora, os militares já fizeram mais de 10 horas de voos, com 35 lançamentos de mais de 63 mil litros de água em marcos estratégicos para debelar o fogo

Primeiro comandante da Polícia Florestal no Mato Grosso do Sul, nos anos 80, Angelo Rabelo, que agora participa com o Instituto Homem Pantaneiro do combate ao fogo, afirma que as queimadas históricas de 2020 deixaram lições.
— Temos uma condição climática pior do que no ano passado, mas melhoramos muito o combate ao fogo,. Em 2020, quando chegávamos, o fogo já estava humanamente incontrolável — lembra Rabelo. — Agora montamos uma brigada em um local estratégico e melhoramos a vigilância.

Postado originalmente em: https://oglobo.globo.com/brasil/fogo-no-pantanal-2021-caminha-para-ter-segunda-maior-area-queimada-da-decada-25179610

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Queimadas na Amazônia e no Cerrado

De 1 a 31 de agosto foram registrados 28.060 focos de incêndios na Amazônia. Os dados do acumulado entre janeiro e agosto trazem um patamar diferenciado nos períodos entre 2019 a 2021 e 2011 a 2018. Desde 2019, a partir do início do governo Bolsonaro, os números de queimadas são mais altos que nos anos anteriores. Isoladamente, o mês de agosto traz uma quantidade de focos mais baixa que nos dois anos anteriores, que foram recordes de queimadas.

“O custo das recentes políticas ambientais está alto. A destruição do meio ambiente agrava a crise climática e compromete um futuro equilibrado. Não podemos ignorar que essa realidade está atrelada a um desmonte ambiental em curso, que favoreceu também o desmatamento, que apresenta números recordes em 2021. Segundo o Deter, o desmatamento acumulado entre agosto de 2020 e julho de 2021 foi o segundo maior desde pelo menos 2015”, ressalta Mauricio Voivodic, diretor executivo do WWF-Brasil.

No Cerrado, os números apresentam alta em relação ao mesmo período do ano passado. Em agosto de 2021, o bioma apresentou 15.043 focos, diante de 10.115 em 2020. Os valores de 2021 estão acima da média histórica de 3 e de 10 anos. É um cenário preocupante que acompanha a tendência de aumento da área sob alertas de desmatamento: só nos primeiros 19 dias de agosto, uma área de 286 km² foi destruída no Cerrado –no mesmo período em 2020, o valor ficou em 75 km².

Já o Pantanal se mantém na média histórica de 10 anos. Apresentou 1.505 focos de queimadas no mês. No entanto, focos recentes nas regiões de Porto Murtinho, Corumbá e Poconé, já castigadas pelos incêndios de 2020 e a seca histórica na região preocupam. Desde 1985 o bioma perdeu 74% de superfície de água, segundo o Mapbiomas. “É um cenário que pede mais atenção pelo conjunto de fatores que incidem no equilíbrio ambiental da região”, afirma Voivodic.

A reversão desse cenário passa por medidas mais sérias de controle do desmatamento em todos os biomas, especialmente na Amazônia, já que fogo e queimadas estão altamente conectados nesta região.

No Cerrado, os números apresentam alta em relação ao mesmo período do ano passado. Em agosto de 2021, o bioma apresentou 15.043 focos, diante de 10.115 em 2020. Os valores de 2021 estão acima da média histórica de 3 e de 10 anos. É um cenário preocupante que acompanha a tendência de aumento da área sob alertas de desmatamento: só nos primeiros 19 dias de agosto, uma área de 286 km² foi destruída no Cerrado –no mesmo período em 2020, o valor ficou em 75 km².

Já o Pantanal se mantém na média histórica de 10 anos. Apresentou 1.505 focos de queimadas no mês. No entanto, focos recentes nas regiões de Porto Murtinho, Corumbá e Poconé, já castigadas pelos incêndios de 2020 e a seca histórica na região preocupam. Desde 1985 o bioma perdeu 74% de superfície de água, segundo o Mapbiomas. “É um cenário que pede mais atenção pelo conjunto de fatores que incidem no equilíbrio ambiental da região”, afirma Voivodic.

A reversão desse cenário passa por medidas mais sérias de controle do desmatamento em todos os biomas, especialmente na Amazônia, já que fogo e queimadas estão altamente conectados nesta região.
“Com as mudanças nas médias de temperaturas e precipitação, as queimadas infelizmente serão cada vez mais uma realidade em biomas como Pantanal e o Cerrado. Ações de prevenção e manejo do fogo devem ser internalizadas na gestão de áreas protegidas e municípios para evitar o acúmulo de biomassa e ocorrência de grandes incêndios”, afirma Mariana Napolitano, Gerente de Ciências do WWF-Brasil.

postado originalmente em: https://www.ecycle.com.br/agosto-tem-alto-numero-acumulado-de-queimadas-pelo-terceiro-ano-seguido-na-amazonia-e-no-cerrado/

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Neymar Ironiza Nas Redes Sociais

O Brasil derrotou o Chile na última quinta-feira por 1 a 0, em Santiago, em partida válida pela nona rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

Neymar, que teve atuação apagada, utilizou o seu Instagram para comentar sobre o jogo de forma irreverente. Depois de um primeiro tempo insosso, a seleção abriu o placar em lance de oportunismo de Everton Ribeiro, administrando a vantagem até o fim do jogo.

A repercussão da vitória da seleção brasileira com análises, opiniões e debates, você acompanha durante toda a sexta-feira pela ESPN no Star+. Neymar minimizou o desempenho ruim do time, destacando a importância da vitória. “Jogamos bem? Não! Ganhamos? Sim! Então, F@d@&€. Segue o baile, seguimos fazendo história”, escreveu o jogador.

Neymar também aproveitou para brincar sobre a polêmica envolvendo sua forma física. Nas redes sociais, muito se falou sobre o craque estar acima do peso.
“Obs: camisa era G, tô no meu peso já (emojis de risada). Próximo jogo peço camisa M (emojis de risada)”.

Com o resultado, o Brasil chegou aos 21 pontos, na liderança isolada. No próximo domingo, a seleção terá pela frente a Argentina, na Neo Química Arena. Em seguida, o time enfrenta o Peru, na quinta-feira da semana que vem, às 21h30, na Arena Pernambuco.

Postado originalmente em: https://www.espn.com.br/artigo/_/id/9149249/neymar-faz-forte-desabafo-sobre-selecao-diz-que-nao-esta-gordo-e-ironiza-camisa-era-g-proximo-jogo-peco-m

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